Posts Tagged ‘United States of Tara’

The free time

É, como o título do post diz, eu tô com muito tempo livre. E tô investindo em mim (lê-se: lendo, vendo filmes, ouvindo boa música e assistindo minhas séries s2). E peguei firme com a sexta temporada de CSI. Aham, eu tô na sexta… e vc que é chato?

Além de CSI, dediquei-me a Six Feet Under e comecei The Killing, fora que peguei Mad Men, Braking Bad e Game of Thrones. Yeah, yeah.

Abramos os trabalhos, então.

CSI
Putz, CSI não cansa, né?! Você assiste igual a um condenado, emenda 4701283982 episódios e tá lá, como se tivesse assistindo ao primeiro. Por isso eu curto. Terminei a sexta temporada e já tô no meio da sétima… E não diminuo o ritmo pq não dá. Essa porcaria vicia.

The Killing
Taí uma série puta boa. Sério, curti mucho. Ela é paradinha, se desenrola sem pressa, é atenta à detalhes. E a abertura? Uma das top 10 da tv. Tô no quarto episódio e doido pra ver mais.

Game of Thrones
Bom, é série HBO. Tem série ruim, série boa e série HBO. Eu assisti só ao piloto ainda, mas já dá pra ver que vai ser uma puta série, daquelas que viram clássicos, sabe?! Coisa típica de HBO. Como todo piloto de série épica, são apresentados 754938490370 personagens e não sabemos a real importância deles na história, mas com o tempo a gente descobre.

Six Feet Under
Eu confesso que tava com medo de Six Feet Under. Tava com medo de ser a única pessoa a não gostar dessa série, porque achei a primeira temporada meio sem-gracinha. Mas eu comecei a segunda, e cá estou: viciado como se não houvesse amanhã. Tô assistindo vários episódios, um atrás do outro e eu não canso. Sério, não levanto nem pra ir ao banheiro. *-* Michael C Hall tá único nessa série. É essa a hora que você v6e o quão bom é um ator. Seu personagem em Dexter é COMPLETAMENTE diferente do David, de SFU. E queria muito em DVD… se tiver alguma alma caridosa e rica aí… 🙂

E tem Supernatural… Putz, Supernatural. Next.

United States of Tara é a menina dos meus olhos. Acho que o Showtime deveria produzir duas temporadas por ano, hein. Assim como Nurse Jackie.

Bom, por enquanto é isso…

Valeu e até a próxima!

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The Late United States of Tara

Pois é, faz quase um mês que não falo de United States of Tara aqui. Perdoe-me a falta de tempo. Como a temporada já acabou, vou fazer um apanhado do que aconteceu nos últimos três episódios que eu não comentei.

Então, muita coisa aconteceu, né!? Incrível como a Diablo Cody consegue fazer a história fluir tanto em tão pouco tempo de episódio (25 minutos). Seria bom se Treme pegasse umas dicas com ela.

Bom, eu curti a Tara ir atrás da história dela, com aquela mulher que parece a Alice. É legal ver como a história das personagens são mais complexas do que a gente pensava. Daí, lá com a mulher a Tara surta e incorpora a T. Ai que saudade da T. Depois ela joga a história de ter sido mandada pra um abrigo na cara da mãe, e ela reage como se fosse a coisa mais certa do mundo. Mete porrada nessa mulher aí, por favor, Max.


A coitada da Charmaine foi largada no altar pelo noivo dela. Vacilo isso. Mas foi legal porque deu a chance dela ficar com o carinha que parece um hobbit d’O Senhor dos Anéis. Eu curto os dois juntos, mesmo que não seja um casal perfeito.

Por falar em casal, que história pirada aquela da Kate com o freak que assistia a Princess. Cara estranho, quer dar um apartamento pra Kate. Estranho mesmo. Eu ia ter medo. Muito medo. Fora que ele tem uma puta cara de psicopata. Tô sentindo falta da Linda P. Fresier. A histórinha dela funcionava junto com a Kate. Ele é aquele personagem exótico que a gente gosta, tipo o Lafayette de True Blood.

Marshall. Cara, eu torço muito pra história dele com o amigo loiro dele. Eu não consigo guardar o nome daquele menino. Mas eu curto a história dele. Ele me faz rir. E eu acho que a possível história dos dois juntos pode funcionar bastante, se for bem escrita. Como a Diablo Cody não vacilou até agora, acho que tem coisa boa na próxima temporada. Essa série mostra esses assuntos ‘polêmicos’ de forma inteligente e sutil. Manda bem.

Bom, fazendo um balanço dessa temporada, em comparação com a anterior, eu acho que essa foi muito melhor. Tanto porque a temporada passada foi mais uma introdução às personalidades da Tara.

E cara, como eu gostei da Chicken, a personalidade infantil dela. Ela é muito engraçadinha. Toni Collete interpretou a menininha tão bem que dá pra acreditar mesmo que ela tem múltiplas personalidades. Congrats, Toni.


Galera, é isso aí.

Valeu e até a próxima!

A beleza do midseason

Ahh, o midseason mal começou e já tá dando resultados na minha vida. Além de eu poder respirar, já comecei a colocar em dia coisas atrasadas e assistir coisas novas (apesar disso não ser uma coisa boa). Como tive várias surpresas nesse feriado, compartilharei algumas com vocês. =)

True Blood

Já era. Viciei. Viciei ao ponto de querer os DVD’s da série, junto com os de Grey’s e House. Pra ter uma idéia, só ontem eu assisti 5 episódios, de uma hora cada. Pois é. E olha que nem vi o tempo passar. Eu fui assistir essa série por causa dos posteres, que eu já coloquei aqui no blog, e foi a melhor surpresa que eu já tive em muito tempo.


O piloto é bem chato, mas hoje em dia, poucos são bons e os que são viram uma série Lost. Ops! Enfim, True Blood é um suspense romântico, que te deixa preso à história e tem excelentes cliffhangers. A série é sensual na medida certa, apesar de algumas cenas de sexo explícito serem um pouco desnecessárias. Mas, e daí? Só tem gente bonita nessa série. Acho que termino a primeira temporada essa semana, ainda. Tá muito bom.

True Blood é mesmo tudo aquilo que diziam sobre ela. UHUL! Finalmente alguma coisa pra me animar depois do fim Daquela-Que-Não-Se-Deve-Falar (Lost).

Hung

Comecei a assistir essa série (também da HBO) e ela é completamente diferente do que eu pensei. Ela é mais parada e nada engraçada, apesar de ser uma comédia. Já assisti quatro episódios e ainda não recomendo. Vou assistir o quinto, se não engatar, eu largo.

A série é sobre um professor que acaba virando um gigolô por necessidade financeira. Como ele é o cara mais bem-dotado da cidade (daí o nome da série), ele vê na profissão mais velha do mundo a possibilidade de ganhar dinheiro fácil. Juro que pensei que seria mais engraçado. E por mais contraditório que isso soe, Hung tem menos cenas de sexo que True Blood.

Sex And The City

Com Sex And The City o negócio foi o seguinte: sabe aquela série que você quer ver, mas tem preguiça de baixar? Então, eu assisti o primeiro filme esse final de semana, pra poder assistir o segundo no cinema. E eu curti. Curti bastante. Tanto que fui correndo baixar a série. Baixei e assisti o piloto.

É meio estranho assistir o filme e depois a primeira temporada da série. As atrizes estão completamente diferentes. E a narrativa é um pouco diferente também, mas nada que a gente não se acostume. Tô animado, vamos ver =)

*

The Good Wife progride lenta e constante. Tá muito bom. MUITO mesmo. Se ainda não assistiu, corra e baixe nesse instante.

*

Nurse Jackie evolui lindamente. A história começou a se complicar e estamos vendo coisas que pensávamos que não seria possível. Tô curtindo a O’Hara boladona e a Jackie cagona. HAHAHAHA

*

United States of Tara. É. Faz anos que não comento, né?! Mas essa semana sai um puta post sobre ela. Logo depois de eu ir no cinema assistir Sex And The City 2.

Bom, galera. É isso.

Valeu e até a próxima!

The Family Portrait

Como eu tô curtindo United States of Tara! Muito mais que a primeira temporada. Essa série tá tomando um rumo completamente diferente do que pensei que tomaria.

Foi bom ver a Kate crescer um pouco. Ela andava meio malinha, mas agora ela tá vendo as coisas sob outro ponto de vista: largou a história da Princess Valhahalla e decidiu romper de vez com a Linda. E o que foi aquele encontro dela com o menino que ela conheceu ma internet? Será que ela vai ficar com ele? Vou gostar de ver ela com alguém, aquele cara que ela pegou na primeira temporada era muito mala.



Marshall… Como eu me divirto com aquele amigo dele que eu não sei o nome. Ele é muito nem-aí pra tudo. Ri muito dele dizendo que o Marshall tende a achar que tudo é culpa dele porque ele ainda mora com a mãe e é condicionado a pensar desse jeito.

A Tara tá cada vez mais cheia de problemas. Segundo Shoshana, ela está no processo de se tornar uma única pessoa. Mas seu marido não está sabendo lidar com a situação, então Shoshana pede a Tara para dar “um jeito” em Max, e assim o faz. Tara descobre que Max teve um caso com a garçonete. Fim.


O que vai acontecer agora não dá pra saber, mas tem muito pra acontecer nessa reta final de temporada. Só faltam 4 episódios…

Valeu e até a próxima!

Explosive Diorama

É, eu sei que tô atrasado com o blog e ele anda meio às moscas. Mas é por falta de tempo.

United States of Tara: devido o atraso na liberação de Private Practice semana passada, só fui lembrar de United States of Tara quinta-feira, por isso levei quase uma semana pra fazer um review.

Esse episódio foi mais paradinho e explorou a relação entre os personagens e não o desenvolvimento da trama. Foi legal. Vimos que a Linda tem, sim, um propósito maior que ser BFF da Kate. Ela está ajudando a Tara com seus alters. É uma personagem que pode ser muito explorada, e eu ia gostar dela se tornar fixa na série. Viola Davis rules.



Enquanto isso, Kate encarna a Princess Valhahalla Hawkwind e ganha várias coisas satisfazendo fantasias sexuais de loucos da internet. Ri muito, mas sinto que vai dar merda.


Tara e seu marido brigaram, Nick perdoou a Charmaine, Marshall experimentou drogas… Veremos as repercussões nos próximos episódios.

Valeu e até a próxima!

Dept. of Fucked Up Family Services

Eu não tenho muito o que falar sobre esse episódio de United States of Tara. Foi legal, bem legal. Essa temporada tá se desenvolvendo bem, de uma forma completamente diferente da primeira.

O episódio começa com a Tara acordando no cemitério, perto do túmulo do vizinho que se matou. Se eu entendi certo, ele e Alice estavam tendo um caso. Mas eu não tenho certeza disso… vamos ter que esperar.

A história da Kate e da Linda (Viola Davis) tá indo bem, porém mais devagar que antes, a um passo mais lento.

Alice apareceu nesse episódio. Tava sentindo falta dela, já. Com essa aparição, descobrimos o porquê da T não ter aparecido ainda: Alice recebeu um cartão postal dela dizendo que ela estava vivendo nas ruas de Seattle e ela se auto-intitulava ‘trombadinha’. Achei muito legal. MESMO.

Mas o ponto alto desse episódio foi o desabafo do Marshall. Ele finalmente decidiu falar tudo o que pensava de sua família e o quão disfuncional e auto-destrutiva ela era. Foi como uma wake-up call para todos ali. A tia narcisista, o pai que não enxerga a seriedade da doença da Tara, a irmã tapada. Esse desabafo fez Gimmy aparecer. Aquela personalidade que assemelha-se a um animal, lembram? E mais um episódio termina com Tara fugindo… indo pra Deus sabe-se lá onde.


Valeu e até a próxima!

Torando!

Cara, minha paixão por United States of Tara só cresce. Tá bem legal, apesar desse episódio não ter sido tão bom quanto o da semana passada.

A história do Marshall com aquela menina já tá enchendo o saco. Por que a Diablo não ressuscita aquele menino da temporada passada? Era bem mais legal.

Segundo a Tara, a Shoshana é a única personalidade com quem ela é co-consciente. Legal, né?! E estranho ao mesmo tempo… deveria ser assim com todas as personalidades. mas eu gosto dos papos das duas.


Um aviso de tornado foi dado e quando o tornado chegou, todos foram para o porão da casa que o marido da Tara comprou. Lá, Tara mudou de personalidade várias vezes. Buck, Alice, Gimmy e Shoshana apareceram, essa permanecendo mais tempo e fazendo o grupo refletir. Meio que uma terapia em grupo.


No fim do episódio, Tara sai andando sem rumo.


Esse post foi pequeno porque não há muito o que comentar sobre esse episódio. Foi curto e parado. Quem sabe semana que vem não rende?

Valeu e até a próxima!