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The (very) Good Wife

Acho que é o único procedural legal (além de Damages, é claro) que me faz querer ser advogado. Sério, “Aleeeeshia” tá ganhando um lugar permanente entre as minhas personagens favoritas, assim como a Diane e a Kalinda.

Eu estava enrolando pra assistir The Good Wife, assumo. Tinha assistido os primeiros 15 episódios da primeira temporada e andava sem motivação pra terminar. Mas tomei coragem e decidi encarar uma maratona. Só que eu me fudi, porque estou simplesmente APAIXONADO pela série. Em 3 dias, terminei a primeira temporada e coloquei a segunda (que tá no 16º episódio, nos EUA) em dia. E olha que são episódios de 40 minutos. 24 episódios.

Não posso falar muito aqui de The Good Wife, porque não tem o que se falar. Não é uma mega série, como Damages, CSI ou Law & Order, mas é cativante e você acaba gostando e querendo assistir mais e mais.

Como eu tô com a primeira bem fresquinha na cabeça, posso dizer: a série evoluiu MUITO na segunda temporada! Os cliffhengueres estão melhores, a história mais amarradinha, os conflitos fazem mais sentidos e aquele negócio de dar muita importância pro caso acabou. Melhor assim! Não quero saber dos clientes dos personagens fixos, quero saber da vida deles, do que eles fazem, como fazem e porque fazem o que têm que fazer.

Deixo aqui explicita a minha vontade de trabalhar pra Lockhart, Gardner & Bond.

Agora, Diane. Sério, daria TUDO pra ter uma chefe daquelas, mesmo. Se eu fosse a “Aleeeeeshia”, aceitaria a proposta de ir pra firma dela sem nem piscar. Mas é aquela coisa, né?! Ela tá enrolada com o Will e mimimi, who cares.

E Becca. ❤ Sou fã daquela menina. Quero ser igual a ela quando eu crescer. Mentira, quero ser foda igual a Kalinda.

Bom, é isso.

Valeu e até a próxima!

A beleza do midseason

Ahh, o midseason mal começou e já tá dando resultados na minha vida. Além de eu poder respirar, já comecei a colocar em dia coisas atrasadas e assistir coisas novas (apesar disso não ser uma coisa boa). Como tive várias surpresas nesse feriado, compartilharei algumas com vocês. =)

True Blood

Já era. Viciei. Viciei ao ponto de querer os DVD’s da série, junto com os de Grey’s e House. Pra ter uma idéia, só ontem eu assisti 5 episódios, de uma hora cada. Pois é. E olha que nem vi o tempo passar. Eu fui assistir essa série por causa dos posteres, que eu já coloquei aqui no blog, e foi a melhor surpresa que eu já tive em muito tempo.


O piloto é bem chato, mas hoje em dia, poucos são bons e os que são viram uma série Lost. Ops! Enfim, True Blood é um suspense romântico, que te deixa preso à história e tem excelentes cliffhangers. A série é sensual na medida certa, apesar de algumas cenas de sexo explícito serem um pouco desnecessárias. Mas, e daí? Só tem gente bonita nessa série. Acho que termino a primeira temporada essa semana, ainda. Tá muito bom.

True Blood é mesmo tudo aquilo que diziam sobre ela. UHUL! Finalmente alguma coisa pra me animar depois do fim Daquela-Que-Não-Se-Deve-Falar (Lost).

Hung

Comecei a assistir essa série (também da HBO) e ela é completamente diferente do que eu pensei. Ela é mais parada e nada engraçada, apesar de ser uma comédia. Já assisti quatro episódios e ainda não recomendo. Vou assistir o quinto, se não engatar, eu largo.

A série é sobre um professor que acaba virando um gigolô por necessidade financeira. Como ele é o cara mais bem-dotado da cidade (daí o nome da série), ele vê na profissão mais velha do mundo a possibilidade de ganhar dinheiro fácil. Juro que pensei que seria mais engraçado. E por mais contraditório que isso soe, Hung tem menos cenas de sexo que True Blood.

Sex And The City

Com Sex And The City o negócio foi o seguinte: sabe aquela série que você quer ver, mas tem preguiça de baixar? Então, eu assisti o primeiro filme esse final de semana, pra poder assistir o segundo no cinema. E eu curti. Curti bastante. Tanto que fui correndo baixar a série. Baixei e assisti o piloto.

É meio estranho assistir o filme e depois a primeira temporada da série. As atrizes estão completamente diferentes. E a narrativa é um pouco diferente também, mas nada que a gente não se acostume. Tô animado, vamos ver =)

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The Good Wife progride lenta e constante. Tá muito bom. MUITO mesmo. Se ainda não assistiu, corra e baixe nesse instante.

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Nurse Jackie evolui lindamente. A história começou a se complicar e estamos vendo coisas que pensávamos que não seria possível. Tô curtindo a O’Hara boladona e a Jackie cagona. HAHAHAHA

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United States of Tara. É. Faz anos que não comento, né?! Mas essa semana sai um puta post sobre ela. Logo depois de eu ir no cinema assistir Sex And The City 2.

Bom, galera. É isso.

Valeu e até a próxima!

Midseason = Cinema

Por mais que eu ame minhas séries, não tem nada melhor que o midseason. É nele que a gente põe em dia nossas séries atrasadas, assistimos filmes que não vimos no cinema e lemos livros que caem nas nossas mãos. E eu já comecei minha maratona de midseason: tô colocando The Good Wife e Community em dia, vou assistir mais uma temporada de Six Feet Under e tentar assistir, ao menos, a primeira temporada de True Blood. Comecei a baixar Luther, também. UHUL!

Mas eu tô aqui pra falar de cinema. É, tô fugindo do tema do blog, mas nem ligo… meu blog, minhas regras. hahaha.

Esse final de semana, eu assisti vários filmes: A Proposta, A Ilha do Medo, Legião (com a Kate Walsh, a Drª Addison de Private Practice e Grey’s Anatomy) e Tinha Que Ser Você. Eu vou falar dos dois melhores.

A Ilha do Medo

Putz! Que filme bom! Ele começa meio paradinho, mas conforme a trama se desenvolve você começa a se envolver com o filme. Sente medo, estresse, raiva, fica ansioso. Eu não sou um grande fã do Martin Scorsese, nem do DiCaprio, mas esse filme vale a pena! Ele mexe com sua cabeça,

A Ilha do Medo é um thriller que te envolve e te confunde. Filminho complicado! Assistam!

Tinha Que Ser Você

Tinha Que Ser Você é aquele filminho ‘água-com-açucar’ que a gente vê e gosta. A história é meio batida: duas pessoas se conhecem, se apaixonam, mas moram a um oceano de distância. Mesmo assim, o filme vale só pela Emma Thompson e pelo Dustin Hoffman. É um filme que se assiste num sábado a tarde. =)

Bom, é isso. Não vou desenvolver muito sobre o filme porque posso estragar as surpresas.

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The Good Wife tá ótima! MUITO boa mesmo. O problema dessa série é que se você ficar mais de uma semana sem assistir ao menos um episódio, você esquece da série.

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Community só melhora! Morro de rir com Abed. Vejo muito de mim nele, devo dizer.

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Assim que eu terminar de ver as temporadas de ambas as séries, juro que faço um post.

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Valeu e até a próxima!

Ah, séries novas…

Bom, eu terminei de assistir Lipstick Jungle, larguei Cold Case e Damages (Luto, #SaveDamages) e Lost estão acabando, então decidi procurar novas séries para assistir. Escolhi três: Modern Family, Southland e Nurse Jackie. Agora eu vou falar da minha impressão:

1. Southland

Vou ter que escolher outra. Acabei de saber que Southland foi cancelada. Pois é, justo agora que fui assistir. Não faz mal… a série é legal, mas não é um Without a Trace da vida. É paradinha, mas eu ia dar uma chance a ela. Ia mesmo, mas não vou continuar a assistir uma série que vai acabar.


2. Modern Family

Tá, Modern Family é legal e tal… dá pra rir. Mas cadê aquilo tudo? Todo mundo fala que é a melhor comédia no ar hoje. Talvez eu não ame ainda porque tô no sétimo episódio, mas sei lá. Se for assim, tenho que dar várias chances a todas que abandonei nos primeiros cinco episódios. Mas enfim… vou continuar assistindo porque AMO a Sofia Vegara (Glória), que fez uma série que passou no SBT chamada Corretoras e que eu adorava. Gosto também da Haley, que fez a filha da Wendy em Lipstick Jungle.


O núcleo mais engraçado da série é, sem dúvida alguma, o do casal gay. São eles que me fazem rir. A cena da menininha de peruca foi incrível. Quase me mijei de rir. É.

Os criadores/roteiristas lidam muito bem com o assunto principal da série: as novas configurações da família. Eles usam situações rotineiras para mostrar como uma família grande e diferente lida com os problemas. E essa é a graça: são coisas comuns. A mãe maluca e superprotetora e o pai desligado e idiota. Como não rir? Bom, assistam Modern Family, vale a pena. É uma série com episódios pequenos (20 minutos), mas que alegram seu dia.

3. Nurse Jackie

Foi paixão a primeiro episódio. Pronto. Me fisgou e agora vou até o fim. Eu sabia que ia gostar, por isso enrolei tanto pra ver. Nas séries médicas (Grey’s Anatomy, House) você é levado a desprezar enfermeiras. E você acaba desprezando. É natural… Daí você vai e assiste Nurse Jackie. É quase instantâneo seu ressentimento com os médicos que te fizeram odiar as pobres moças que trabalham como cães e não recebem o crédito. Como a própria Jackie disse: “Os médicos estão aqui para fazer o diagnóstico. NÓS curamos.” E não duvido muito disso não. Elas que limpam os vômitos, dão banho, limpam as cagadas.

Tá certo que a Jackie é praticamente uma médica. Ela viu que o cara tinha uma hemorragia no cérebro só de olhar para ele. Ela é uma mulher forte, esforçada e que ama a profissão. Mas é viciada em Vicodin (não tinha nada melhor? Acho que se colocassem maconha ia ser mais engraçado e não seria plágio) e trai o marido. Trai de tirar a aliança do dedo. =O É bom ver uma personagem principal com um comportamento antagônico. Você se sente menos filho da p**a.

E o Dr. Cooper (Peter Faccineli, o Carslile de Crepúsculo e o Gregory Malina de Damages)? Muito canastrão. Engraçado mesmo. Meio idiota, arrisco dizer. Haha

Assistam, tenho certeza que vão gostar! ;D

Espero que tenha ajudado… Agora algumas notícias e promessas.

* Damages foi cancelada pelo FX, mas pode ser salva pela DirecTV. Tomara.
* Prometo colocar em dia The Good Wife e Nurse Jackie até semana que vem.
* Esse fim de semana coloco Modern Family em dia.
* Quem sabe não começo “The Tudors” esse mês ainda?
* Vou assistir “The Pacific”, só não sei quando.
* Já estou com Alice (da HBO) em mãos, devo assistir no fim de semana. UHU!

Bom, é isso… Valeu e até a próxima!

The Good Damages?

Então, desde aquele post no blog sobre The Good Wife, eu não assistia a um episódio! Daí eu pensei hoje: “Poxa, eu já tenho 17 episódios e só assisti 2. Vou assistir mais.” E tenho que dizer: que série BOA! Boa mesmo! Alicia é muito boa, como pessoa, como profissional, como mãe.


Mas agora um assunto sério. Tô preocupado. Muito. Patty Hewes está afetando muito meu julgamento. No episódio 4 de The Good Wife, há a suspeita de um dos jurados ter sido comprado pela defesa. Eu jurei que tinha sido Diane Lockhart. E isso é culpa da Patty, porque em Damages, todo mundo tem uma coisa obscura. E eu tô começando a ficar muito desconfiado de tudo, quase paranóico. Em falar nisso, é bom ver Diane advogando, trabalhando. Manda bem ela, deve ter feito faculdade com a Patty! UHU!

Podia rolar um crossover, né!? Ia ser bruto demais. Já pensou: Alicia x Patty? Ou Alicia e Patty x Advogado Bruto que Defende Mal-Caráter? Não haveriam palavras…

Bom, é isso! Assistam, é muito boa MESMO! Valeu e até a próxima!

Opa!

Então, semana tá apertada. Tô pedindo pro Paul Torrent todos os episódios que eu tenho que assistir e tal, mas tá dificil… Assim que eu tiver tempo, assisto e venho aqui postar. Vou falar de The Good Wife, Damages, Private Practice, Lost e…. o Crossover das três franquias de CSI. Tá, eu tô atrasado, mas fazer o quê?

;D

Tenho que assistir também, os episódios que já tenho de SIx Feet Under, são duas temporadas. Não vai rolar tão cedo, infelizmente.

;D

Ahhh, acabei de lembrar que essa semana não tem Grey’s Anatomy nem Private Practice \o/ Não estou tão enrolado, então.

;D

Valeu e até a próxima!

The Good Wife

Então, baixei e assisti os dois primeiros episódios de “The Good Wife” e AMEI. Sério, há muito tempo não me empolgava tanto com uma série nova. Finalmente alguma coisa nova REALMENTE boa. Tá certo que não ando vendo muitas coisas novas, mas o que vi me decepcionou.

Mas vamos às reviews.
O primeiro episódio mostra o escândalo da vida de Alicia e depois de seis meses vemos ela numa firma de adovacia, depois de 13 anos sem exercer a profissão. Ela, então, ganha um caso pro bono, onde tem que defender uma menina acusada de matar o próprio marido. Ao ler o caso, percebe que há alguma coisa errada, e começa a pesquisar sobre as minúcias do caso à la Damages/CSI, descobrindo e provando a inocência da cliente.

No segundo episódio, Alicia trabalha no caso de uma stripper, que acusa um homem rico e poderoso de estupro. Apesar de não ganhar o caso por não haver provas suficientes, o acusado é preso. Mas o ponto alto dos episódios são a excelente atuação de Julianna Margulies e as frases de efeito de sua personagem.

A frase dos episódios vai, claro, para Alicia: “A partir do momento que você vazou as imagens do meu marido com a prostituta e fez com que eu tivesse que esconder meus filhos 24 horas por dia, eu me tornei efeito colateral.” e “Se você está com medo do meu marido é porque nunca irritou uma mulher.”

Bom, é isso. Valeu e até a próxima!