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The End of a Beautiful Friendship

Pois é, faz tempo que não posto no blog e quando posto é com dias e dias de atraso. Desculpa, falta-me tempo.

Semana passada foi o season finale de Private Practice e eu só assisti ontem. Foi um excelente finale. Não tão bom quanto o da segunda temporada, mas ainda assim foi bom.

O episódio começa com a Addie examinando a Maya que corre o risco de ficar paralítica. E põe drama na história! Ela então pede uma consulta de Amelia, já que Maya tem fraturas em duas vértebras. E duas opções são colocadas na mesa: tirar o bebê são e salvo e deixar Maya paralítica ou tentar reparar o dano na espinha de Maya e talvez perder o bebê. Amelia e Addie arrumam um jeito de talvez salvar ambos, o que fazem com sucesso. Amelia provou ser tão hardcore quanto Derek. UHU! Maya e o bebê terminam bem, no final do episódio. Curti esse drama porque fez com que Naomi visse que tava errada tanto em relação à gravidez de Maya quanto a não-história de Sam e Addie.


Ahhhh, Cooper e Charlotte. *-* Finalmente estão juntos de novo! Já não era sem tempo. Foi um pedido de casamento meio bobinho, do lado de fora do hospital, mas tá valendo, ele vai pedir ela em casamento de novo mesmo. O que importa é que eles estão juntos. Ela e Sheldon nunca teriam dado certo mesmo…

Violet e Pete. Por mais que eu curta ele com a Addie, dá pra ver que o par romântico dele É a Violet. A própria Addison disse isso. E faz todo o sentido, já que eles têm um filho (lindo) juntos.

Agora, Shonda, precisava matar o Dell? Precisava? Tá certo que o Chris Lowell pediu pra sair, mas custava ter deixado o menino ir pra faculdade? Tinha que matar a mãe E o pai da Betsey na mesma temporada? Crueldade isso. Muita crueldade. Mas é preciso dizer: o discurso do Dell pra filha foi lindo. Lindo mesmo. Aquela história de não ter medo de nada porque tudo de ruim já tinha acontecido com ela doeu forte no peito. Mas foi a Addie que me fez chorar com a notícia da morte. Sua cara de desespero e tristeza me fez ficar triste… comecei a lembrar dos primeiros episódios e até peguei o DVD da primeira temporada e assisti um episódio. Dell não vai fazer falta, mas foi exagero matar o menino. Por mim, a Violet ou a Naomi adotavam a menina.




Depois de todo esse drama, Addison finalmente decide investir na relação dela com Sam. UHU (2) Ela vai na casa dele, pergunta se ela o faz feliz, fica nua e vai pra cima dele. Que inveja dele, cara.

Season finale é assim… chaeeeio de coisas boas. E em setembro tem mais, já que Private Practice foi oficialmente renovada. Vejo vocês em setembro, pessoal da Oceanside Wellness.

Valeu e até a próxima!

In The Name of Love

Atenção! Esse post pode conter palavrões. Vários palavrões. “Parental discretion is advised”.

Que episódio do caralh*! A Shonda quando quer destruir, ela destrói! E destrói com classe.

Depois de um episódio de matar de Grey’s Anatomy, que foi comentado aqui, Shonda não deixou a desejar em Private Practice, como eu temia. Ela explorou tão bem seus personagens no spin-off como na série-mãe. Essa é sua melhor característica, diga-se de passagem.

O episódio começa com a Addie, sendo colocada em uma situação ruim, entre Sam e Pete. Sua indecisão e medo são legais e tal, mas já deu, move on. Tá na hora de deixar a Addie em paz, como a Shonda disse que faria.

É sempre bom ver a Addie toda hardcore, em kickasses surgeries. Ela manda bem, cara. Não tem como negar. Uma frase dela:

“Eu sou cara. Tenho vários diplomas. Só oito pessoas no mundo têm essa especialidade. Posso fazer um exame Papanicolau, operar seu útero, realizo uma cirurgia no seu bebê antes e depois dele nascer.”

HAHAHAHAHAHA Ela é foda.


Agora Violet. É bom ver ela bem, de novo. Sempre gostei dela. Os casos dos seus pacientes geralmente são muito bons, claro. Ela se envolve na medida certa e SEMPRE aprende alguma coisa. Ve-la trabalhando é bom… a gente vê que pessoas podem melhorar.


Nesse episódio, ela decidiu reparar o que foi quebrado, principalmente com Pete. Ela realmente falou com ele sobre o que aconteceu e como ela se sentiu depois. Pediu desculpas por ela não ter deixado ele ajudá-la. Foi legal e emocionante. Primeira vez que chorei assistindo Private Practice.

Pedido de desculpas

Cooper também decidiu se desculpar e fez um discurso do tipo Miranda Bailey. Gostei, mostrou que ele está amadurecendo. UHU! Além disso, Cooper entrou numa disputa com Sheldon: a disputa pelo coração da Charlotte. Sou Team Cooper, e tenho dito.


O fim do episódio foi um cliffhanger. Uma deixa pro season finale, que vai ser tão foda, ou melhor que o season finale da segunda temporada. Quem vai morrer é ainda um mistério, mas seja quem for, vai ser uma puta perda pra Private Practice.


Valeu e até a próxima!

War

A primeira crítica de Private Practice dizia o seguinte: “Private Practice é uma péssima série. […] Addison deixou de ser uma mulher incrivelmente fatal e se tornou uma picareta imatura. Foi uma enorme decepção.” Por isso eu acredito que as pessoas devem assistir, no mínimo, 3 episódios antes de fazer uma crítica ruim.

;D

War, sinificado: guerra. Não há outra palavra para ser o nome do episódio. Guerra foi o ponto central do episódio: pessoas guerreando com outras pessoas, pessoas guerreando com os próprios sentimentos, pessoas guerreando com o que é certo e com o que é errado.

War

Esse episódio não teve casos médicos, não teve pacientes, não teve histórias paralelas fazendo o personagem ver uma perspectiva diferente. Esse episódio foi o episódio onde os sentimentos e emoções dos personagens principais foram abertos e expostos, foram debatidos e colocados em xeque. Esse episódio mostrou o que cada um é e o que eles acham certo e errado. Nos fez ver parte deles nunca mostrados antes.


Não havia lados no julgamento. Não havia Violet e Pete. Havia Lucas e o que cada um achava ser o melhor para ele, mesmo que isso causasse um tapa na cara (Violet bateu no Cooper) ou uma guerra (Violet e Addison, Addison e Pete, Sam e ele mesmo). Não havia interesse, não PODIA haver interesse. Cada um foi obrigado a ver um quadro maior, deixar o que acreditavam de lado e ver o que seria melhor para uma terceira pessoa, que nem falar podia.

Shonda mostrou, nesse episódio, quem seus personagens realmente são; até onde vão. Esse foi um episódio para ser lembrado, para servir de exemplo, quando o centro da trama for os personagens.

Private Practice melhorou. E MUITO. É uma série que deve ser assistida, porque Shonda está, claramente, colocando todos os seus esforços nessa nova obra estranhamente desconcertante dela.

Valeu e até a próxima!

Second Choices

Foi bom, esse episódio de Private Practice. Muito bom mesmo.

O episódio começa onde o outro parou: na chega de Violet na casa de Pete. Foi intenso. Foi uma situação complicada, porque ninguém sabia exatamente como agir, nem mesmo Addison. Principalmente Addison, na verdade. E cara, aquele bebê que ‘interpreta’ o Lucas é muito bonito. Dá vontade de apertar a bochecha.


Cena bonita, né?!

Coitada da Addie, cara.

Por falar em Violet, como eu senti falta dela e do Cooper. Senti muita falta, MESMO. Eles não eram o mesmo há muito tempo, mas nesse episódio voltaram a ser o Cooper e a Violet de antes.


Nossa, graças a Deus Cooper e Charlotte estão se acertando. Pelo menos Cooper descobriu que quer perdoar Charlotte e que ele deve mesmo perdoá-la. Sério, esse é o melhor casal de Private Practice.

Foi legal ver a Addie e a Violet conversando sobre o Lucas e a relação que ambas têm com ele. A Violet e a Addie com ciúmes uma da outra. O instinto materno de ambas, os medos e expectativas de Addison. Isso tudo mostra o quão profundos são os personagens de Shonda Rhimes.

Agora que menina chata é aquela Amelia. Surgiu do nada e saiu se metendo em tudo. Nem ela sabe o que tá fazendo em LA. E ela vai ficar fixa na série, agora? Não, por favor, não. Menina mala, essa.

Mas o bom mesmo foi no final. Depois de conversar com Amelia, Sam decide lutar por Addie e vai atrás dela, beijando-a. Mas Pete aparece e pega os dois no ato.

Addie e Pete então conversam. Ela diz para ele que tem medo. Que ama tanto ele quanto Sam, e que ele ama tanto ela quanto Violet. Mas o que ela mais ama é Lucas. E tem medo de se apegar mais a ele e depois perder os dois. Quando Addison vai parar de sofrer? Não dá mais pra ver Addison chorando, se preocupando, temendo. Ela já sofreu o bastante em duas temporadas de Grey’s Anatomy e três de Private Practice. Shonda disse que vai dar paz a Addie agora. Espero mesmo, rã.


Tem um episódio bom vindo aí, no qual Violet luta, legalmente, pela guarda de Lucas com Pete. Coooooool. Acho que vai ser muito bom. Vamos ver, né?!

Valeu e até a próxima!

Segundo Podcast

Ele, o Podcast Tudo em Série voltou. Depois de uma tentativa bem-secedida e uma falha, ele tá no ar.

Tá chique. Tem Grey’s, Private Practice, Damages e dicas de Bones. Participação da amabilíssima Sara Sabadim. Vale a pena conferir.

Pra baixar, o link é esse.

Valeu e até a próxima!

Eyes Wide Open

Esse episódio foi chatinho. Os primeiros minutos não me animaram e o resto continuou assim. Caso parado, Shonda. Nem pareceu o Private Practice que nos acostumamos na terceira temporada. Que pena.

Addison está toda mãezona mesmo. Até carregou o Lucas para o hospital.

Até a Charlotte atacou de baby-sitter. Pois é, a Charlotte. Tá certo que dois minutos depois ela tava devolvendo ele para a Addison, mas foi legal.

Daí que aparece a irmã mais nova do Shepherd. A ovelha negra da família que se tornou cirurgiã. A Addie mesmo disse isso. Ela ataca de neurocirurgiã hardcore numa cirurgia que Derek não aprovou. Surta dentro da SO, mas consegue curar a mulher. Só na Shonda’s Land mesmo.

Amelia Shepherd

Gostei de ver Charlotte tentar se reaproximar de Cooper. Foi delicado e ela utilizou um evento para conseguir isso. Por que não voltam logo? Acho que eu já disse isso. Mas é verdade.

E no final a coisa cagou de vez: depois de um tempo afastada, Violet volta para LA e vai direto para a casa do Pete, querendo ver Lucas, mas quando ela chega lá, vê Addison com o bebê no colo. A gente viu que ela ficou chateada, mas foi ela que escolheu isso, né?! Ela se afastou, e agora não pode exigir nada do Pete.



E agora, o que vai acontecer? É esperar para ver.

Valeu e até a próxima!

Pulling The Plug

Em minha defesa, digo que assisti esse episódio sábado, mas só tive tempo de comentar hoje.

Esse episódio lidou com um assunto complicado. E, como é típico de Shonda Rhimes, lidou com delicadeza e sutileza. O marido, que tem a esposa em coma, quer desligar os aparelhos, matando os trigêmeos que a mulher carregava para outro casal. Mas isso não foi o mais importante no episódio. O mais importante foi a Naomi machucada com a história Sam/Addison. E Addison achando que não seria uma boa mãe.

A cena da primeira conversa da Addison, do Sam e da Naomi deu até dor no peito. Deu pra sentir a dor que a Naomi sentia. E deu pra entender o porquê da dor dela, o motivo dela achar que foi uma segunda opção.

O Dell finalmente apareceu, depois de quantos episódios? Três? Quatro? É… ele não faz falta, faz? Mas mandou bem no caso dele.

Quando um roteirista é bom? Quando ele escreve uma excelente história, quando ele constrói excelentes personagens, quando ele não deixa os imprevistos afetarem a história. E nisso Shonda é a melhor. Kate Walsh (Addison) estava doente. O que Shonda fez? Fez com que Addison pegasse uma gripe do Lucas, e ainda construiu em cima disso, uma excelente histórinha. Ela fez com que Addison duvidasse da sua capacidade de ser mãe e de conseguir cuidar dos filhos. Addison, no final das contas de saiu bem, e Kate teve uma de suas cenas mais lindas na TV. Fica no Top Five fácil.


Agora as imagens da cena linda… *-*



É o bebezinho mais lindo!

Se Paul Adelstein não fosse um pediatra nessa série, não poderia ser mais nada. Ele tem um jeito indescritível com criança, como a própria Amy Brenneman disse.

E Charlotte… ahhh, Charlotte. Ela é minha personagem favorita, depois da Addison. É uma personagem bem escrita, profunda, constante. A atriz é linda, boa atriz e tem um sotaque que dá vontade de ficar ouvindo o dia todo. Aquele sotaquezinho do sul… meio roceiro. Foi a personagem que mais se transformou. De megera a parceiragem. E Sheldon sempre diz a coisa certa, na hora certa.

Valeu e até a próxima!