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Sanctuary e Death And All His Friends

ATENÇÃO! ESSE POST CONTÉM MUITOS SPOILERS DO SEASON FINALE DE GREY’S E ALGUNS DA SÉTIMA TEMPORADA!

Esqueça tudo que você já viu na vida. Esqueça todos os episódios meia-boca e todos os episódios bons. Esse episódio é daquele tipo que fica entre os top 10 ever, daqueles ganham prêmio, daqueles que as pessoas comentam por muuuuuuuuuuuuuuuito tempo e que citam quando fazemos comparações.

Grey’s Anatomy NUNCA teve um episódio tão bom! O da bomba, o do acidente da barca, o do acidente das ambulâncias, o season finale da quinta, o season premiere da sexta, o “I Saw What I Saw”, o season finale da segunda (morte do Danny), o season finale da segunda temporada de Private Practice, o “Perigo a Sete Palmos” (episódio de CSI dirigido e escrito por Quentin Tarantino). Nenhum desses chegam perto desse. São todos indiscutivelmente bons, mas nenhum tão bom quanto esse. Eu fiquei sentado, com a mão no rosto (meio parecendo o quadro “O Grito”), meu coração disparado, minha cabeça a mil, meus sentimentos passavam por mim com a velocidade da luz. Tudo era muito mutável. Senti muitas coisas: medo, pena, tristeza, dor, apreensão, dúvida. Nenhum escritor mexe tanto com a gente quanto Shonda Rhimes. A mulher tem poder.

—– PRIMEIRA PARTE —–

O episódio começa com a Meredith dizendo o quão especial o hospital é (ou era) pra ela. O hospital era seu “santuário”. Foi lá que ela descobriu que estava grávida. É, ela descobriu que estava grávida nesse episódio, um McBaby. UHU! Adorei a Cristina dizendo que estava torcendo pra que o neném tivesse o cabelo do Derek. Ela estava tão excitada com a notícia quanto Meredith. Mas o dia estava apenas começando.

Antes dos 10 minutos de episódio, o atirador (que é o cara que estava processando o hospital por desligar os aparelhos da mulher) já apareceu, e matou a Reed (uma Mercy Wester) com um tiro no meio da testa. Meio Resident Evil, devo dizer. E atirou no Karev, o que o levou a um estado grave. Mas tudo continuou bem, até que April descobriu o corpo da amiga e contou à Shepherd o que estava acontecendo. O hospital é todo isolado. Ninguém entra, ninguém sai.

Cristina e Owen. Do lado de fora da OR, Cristina colocou Owen contra a parede, e fez ele decidir entre ela e Teddy. Como ele não conseguiu, ela terminou com ele. Foi a coisa mais sensata a se fazer, uma coisa meio “se você não decide, decido eu”.

A Bailey ficou presa no quarto com a paciente da semana, que foi interpretada por Mandy Moore, e com o Mercy Wester Percy. Quando ela percebeu que o atirador vinha para o quarto que ela estava, ela agiu como uma atendente: mandou a paciente se fingir de morta e o residente se esconder no banheiro. Depois ela se escondeu embaixo da cama. Quando o atirador chegou no quarto, ele ouviu o barulho do residente no banheiro e perguntou a ele se ele era um cirurgião. Quando ele respondeu que sim, tomou um tiro. Depois ele puxou a Bailey de debaixo da cama e perguntou a ela se ela era uma cirurgiã. Ela negou, salvando sua vida. Puta atriz boa, essa Chandra Wilson… sempre interpreta seu papel de forma brilhante. Nunca vacilou. Gostei dela tentando salvar o Percy, ela fazia de tudo que estava ao alcance dela.



Já a Little Grey e o Mark, na tentativa de fugir, encontraram Alex se esvaindo em sangue no elevador. Eles o levaram para uma salinha onde improvisaram uma OR. Mark fazia tudo o que podia e quando Alex precisou de sangue, a Little Grey foi buscar. Adivinha o que acontece?


A primeira parte do episódio termina com Shepherd sendo baleado e com a Meredith COMPLETAMENTE desesperada.




—– SEGUNDA PARTE —–

A segunda parte volta de onde a primeira parou, com Derek sendo baleado, mas dessa vez, a narração é dele.

Segundos antes dele ser baleado, April entra em cena, fazendo com que o atirador desistisse de poupá-lo. Depois de atirar no McDreamy, o Sr. Clark se vira para a pequena April. Essa, então faz um discurso sobre a sua vida, implorando para que ele não a matasse. E funcionou.

Voltando à Little Grey… ela dá de cara com o atirador e ele diz que seus alvos eram ela, o Chief e o Shepherd. Série, pensei que ela fosse morrer. Deu um aperto no peito… Quando ela conseguiu fugir dele, que levou um tiro da SWAT, correu pra sala onde Mark estava com Alex. Ele chamava por Izzie. Isso mesmo, Alex chamava por Izzie. A Little Grey não tinha escolhido se ia ficar com Mark ou Alex, mas Alex já tinha tomado sua decisão.

Amei ver a Arizona com a criança. Ela não fez NADA, mas seu desespero ao dizer ‘só tem crianças aqui dentro’ ganhou meu coração. Sério, que se dane se ela é chata, tem minha aprovação agora.

Cristina agora. Cristina, nesse episódio, teve que lutar contra seus medos e seus fantasmas do passado. Foi como voltar aos seus nove anos, ao ver Derek ali, deitado e sangrando. Mas dessa vez ela fez uma coisa que ela não pôde naquela época: ela salvou a vida dele! Ela decidiu tomar controle da situação e operar o marido da melhor amiga. Ela sabia da responsabilidade e mesmo sob ameaça, com uma arma na cabeça, ela não desistiu. Ela não parou. Estava pronta pro que viesse, embora estivesse com medo, porque naquele momento ela não era mais uma amiga operando o marido de outra amiga. Ela era uma médica e iria até o fim, mesmo que isso causasse sua morte. Isso aí, Cristina, você é minha favorita. Depois de uma parada cardíaca, Cristina consegue reanimar Shepherd, salvando-o.




Outro momento Bailey: a cena perto do elevador. Como o estado do Percy estava muito grave, ela precisava levá-lo para uma OR. Quando chegou no lobby dos elevadores, percebeu que eles estavam desligados. E sua reação foi digna de um Emmy, e será, com certeza, indicada para algum. Seu desespero ao saber que não podia fazer mais nada e que aquele era o fim para Percy fez com que nos sentissemos mal. Doeu. Ela então fez a única coisa que podia fazer: ficar com ele e apoiá-lo no seu leito de morte. Shonda fez com que no momento que passássemos a gostar do Percy, ele morresse. Foi cuel, mas bom.




Enquanto Cristina operava Shepherd e tinha uma arma na sua cabeça, Owen entrou na OR. E, ao tentar desarmar o atirador, levou um tiro no ombro. Cristina então precisou que Meredith operasse ele, o que ela fez, apesar de estar abortando. Sim, ela perdeu o McBaby. E isso nos mostrou o quão forte Meredith é. Ela é uma mulher pronta pra lidar com tudo, porque já sofreu muito. Ela está pronta pra qualquer coisa e vemos isso na seguinte frase dela: “Eu estou tendo um aborto. Eu preciso de Lidocaína. Vai me ajudar ou não?”. No final, Meredith jogou o exame de gravidez no lixo. Ela mesma não sabia o quanto ela queria esse bebê, até perdê-lo.

Quando Owen e Teddy conseguem sair do hospital, ele escolhe a Cristina e volta para dentro pra tentar proteger sua amada. Pronto, ele escolheu a Cristina e, segundo a Shonda Rhimes, esse triângulo acabou, de vez. Como eles estavam dentro da OR, não podiam se abraçar, mas sua troca de olhares foi TÃO intensa que deixou claro que ainda tem algo ali.

Arizona decidiu ter bebês com Callie. UHU! Moving on.

Não sei o que esperar da sétima temporada. Nem Shonda sabe o que vai fazer. Ela só sabe de uma coisa: essa experiência mudou fundamentalmente cada um e esse foi o “game changer” dela. Essa foi a melhor coisa que eu já vi na vida. Foi um episódio pra deixar gravado, pra assistir sempre, pra mostrar pros filhos, pra esfregar na cara dos seus amigos o quanto a série que você assiste é boa. Esse é o tipo de episódio que vicia uma pessoa na série. Esse episódio é uma obra-prima e, se fosse o series finale, faria de Grey’s Anatomy uma série pra ser lembrada por muuuuuito tempo.

Vejo vocês na próxima temporada.

Valeu e até a próxima!

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Shiny Happy People

Como disse o @nerdloser , esse episódio de Grey’s Anatomy lembrou os episódios da segunda temporada.

Pra começar, Meredith tava toda festeira na festa do Shepherd. Ri muito com a comparação das festas:

Eu tô curtindo, e muito, a nova fase na amizade da Meredith com o Alex. Tá legal, leve. São assuntos tranquilos… Eles se entendem, porque ambos são dark and twisted. Faltava isso em Grey’s.

Kim Raver tá linda. *.*

Sloan pediu pra voltar com a Little Grey! UHU! Era um casal que eu gostava, apesar de preferir o Sloan com a Callie. Callie rules, apesar de tá chata com essa história da Arizona. Argh! Mark de certa forma, até pediu a Lexie em casamento. Só não sei se essa história vai contribuir para a Lexie ou destruir ela. Seu par romântico pode ser decisivo, nessa altura do campeonato.


Mas o melhor do episódio foi a história dos pacientes: a menina que foi diagnosticada como esquizofrênica, apesar de não ser; a mulher com mais da metade do rosto queimado em um acidente e o melhor dos três: o casal de velhinhos que não se viam a 50 anos, quando se apaixonaram e não ficaram juntos porque ele era noivo da melhor amiga dela. Os anos não foram suficientes para acabar com o amor dos dois, que é o mais puro e real que eu já vi retratado em uma série. Era quase tangível. A história deles foi tão bem escrita, editada e interpretada que nos fez torcer pelos dois, para que ficassem, finalmente, juntos.


Tem season finale quinta-feira. UHU!

Valeu e até a próxima!

Hook, Line and Sinner

Grey’s tá chato. Muito chato. Private Practice está, aos poucos, ganhando o lugar de Grey’s no meu coração. Fazer o quê? As coisas estão muito chatas em Grey’s… as histórias não funcionam, os personagens estão mudados, os problemas são sem graça. Não tem mais nada que te envolva na história.

Eu estava sentindo falta do elenco. Note: do E-L-E-N-C-O. Depois de umas (3?) semanas de hiatus, a Kim Raver estava fazendo falta nas minhas quintas/sextas. Deu um puta aperto no peito quando foi mostrada a possibilidade de ela sair do Seattle Grace Hostipal. Quero muito que ela fique; que ela fique pra sempre.

Enfim, o episódio passado terminou com a filha do Sloan entrando desesperada pela porta, em trabalho de parto. Urgh! Menina mala! Daí nesse episódio ela tem o filho e considera criá-lo com a ajuda do pai, o que deu ao episódio um clima arrastado e chato. Chato porque envolveu Callie e Arizona, o casal que não funciona mais. Shonda, põe a Callie com o Mark e manda a Arizona pra put* que pari*. Qual mulher não quer ser mãe porque não quer abrir mão do conforto que tem? NENHUMA. Ainda mais uma mulher que seja pediatra. Helloo! A mulher trabalha com crianças, for Christ sake!

A melhor historinha foi a alegria da Yang por ter um astro da cardio no hospital, o possível substituto da Altman. Ela ficou MUITO feliz com a presença dele, o que evidenciou o vício da Cristina por cirurgia. Tava sentindo falta disso.

Grey’s não está me agradando tanto quanto antes. E tenho dito.

Valeu e até a próxima!

Segundo Podcast

Ele, o Podcast Tudo em Série voltou. Depois de uma tentativa bem-secedida e uma falha, ele tá no ar.

Tá chique. Tem Grey’s, Private Practice, Damages e dicas de Bones. Participação da amabilíssima Sara Sabadim. Vale a pena conferir.

Pra baixar, o link é esse.

Valeu e até a próxima!

Sympathy For The Parents

Grey’s Anatomy está seguindo por uma linha que nos levará a um season finale incrível. Essa semana o assunto principal foi a família. O irmão mais novo de Alex Karev vai a Seattle e começa a trazer à tona vários assuntos da vida de Alex que permaneciam em segredo.

Alex é um personagem que vai se mostrando cada vez mais complexo. A cada episódio novas faces e formas de Alex aparecem.

O casal mais chato (Callie e Arizona) finalmente está enfrentando uma crise: ter ou não filhos. Com cenas chaaaaaaaaatas, que os próprios personagens (Sloan) comentam, esse casalsinho permanece nessa linha chocha. Por que não colocam logo o Sloan com a Callie? Sou só eu que acho que os dois são feitos um pro outro? Tô começando a achar que sim.


Tô gostando do rolinho da Teddy com o Sloan. Foi legal os dois descrevendo a primeira noite deles. Foi uma coisa meio High School. Na verdade, todas as histórias do Seattle Grace são meio High School, a única diferença é que em Grey’s, a coisa acontece num hospital.

Derek disse que queria ter filhos e pra nossa surpresa (ou não) Meredith ficou assustada. Que cliché. No final, ela acha que eles fariam lindos bebês, e diz que vai pensar no assunto.

Agora vou falar do meu maior motivo pra continuar a assistir Grey’s: o casal Owen e Cristina. Owen ainda sofre pelo caso da semana passada. E as feridas dele ainda estão abertas. Como Cristina não sabe lidar com o assunto, Teddy decide ajudá-la. Cristina começa a entender a situação de Owen. Ao chegar em casa, ela se assusta com Owen. Ele pergunta: “- Você está com medo de mim?” e ela responde: “- Eu não quero estar.” E isso sim é uma relação madura: onde se diz a verdade, acima de tudo. Owen decide, então, voltar para a terapia.

O episódio termina com a Sloan, filha do Sloan, chegando no apartamento do pai em trabalho de parto. UHU! Um McBaby vem aí.

Esperemos, então, os últimos episódios.

Valeu e até a próxima!

Suicide Is Painless

Que episódio bom! Sério, Grey’s melhorou MUITO, se comparada a quarta e quinta temporadas. Eu tô reassistindo a quarta, porque o DVD chegou, e como tava fraquinha.

Mas a sexta tá boa. MUITO BOA. O episódio dessa semana foi um episódio mostrando a história do Owen, o único personagem homem de Grey’s Anatomy que eu acho legal. Ele tem uma história pesada, porque além de ter se alistado pro exército e ter ficado muito tempo no Iraque, perdeu um grande amigo por questões de segundos.

O episódio começa com uma paciente da Teddy (Kim Raver) pedindo para ter um suicídio assistido, e para que isso se torne possível, é necessária a assinatura de dois médicos. A primeira assinatura seria da Teddy, e a segunda, do Owen. Mas essa história traz lembranças difíceis para Owen.

Acontece então o primeiro flashback, onde Teddy, Owen e mais dois amigos estão jogando futebol perto do acampamento. Eles estão felizes, até que chega um grupo machucado.

Depois de estabilizar todos os pacientes, chega a ordem pro grupo se mudar para uma base provisória. Teddy vai de helicóptero e Owen de carro, com um dos seus amigos. No meio do caminho o caminhão passa por uma minha e explode. Owen fica bem, mas seu amigo está machucado, seriamente machucado e Owen cuida para que ele não sangre até a morte. Depois de muito tempo, seu amigo pede para que Owen o deixe ir, pois está sob muita dor. Quando Owen tira a mão do ferimento que está estancando e seu amigo morre, o helicóptero de resgate chega. Owen vê então que perdeu seu amigo por minutos.

Essa história é contada no decorrer do episódio, mas coloquei de uma vez aqui pra poder fazer sentido. Enquanto isso, Derek rouba uma cirurgia da Meredith e ela fica muito aborrecida. Callie diz a Arizona que quer ter um filho, e ela não aceita muito bem a idéia. Teddy finalmente fica com Sloan.

A narração desse episódio ficou por conta do Owen, que fez um excelente trabalho. Ele fala sobre a vida e sobre a dor da morte.

Com o desenvolvimento dessa sexta temporada, a gente só pode esperar um season finale impressionante. Vamos ver, né?!

Valeu e até a próxima

Parenthood e mais

O Peter Krause ganha por metro corrido? Ele correu em Six Feet Under e corre em Parenthood. Nos primeiros segundos até pensei que um dos episódios de Six Feet tava aberto. Fui até me certificar se era Parenthood mesmo.

Tá, vamos à impressão da série. Não gostei. Não mesmo… joguei 50 minutos no lixo… até pulei umas partes, de tão chato que tava. Tem gente que gostou e tal, mas não é pra mim. É paradinha demais… família demais. Se for pra ver alguma com assunto família, assisto Brothers & Sisters.

Pois então, larguei. Nem vou ver o segundo, ou o terceiro. Parei por aqui.

;D

Troquei mesmo CSI por Cold Case. Sinto falta da Catherine. Acho que vou pedir pro Paul Torrent só por causa dela. E do Grissom, também.

;D

Vou dar mais uma chance pra Glee. A última.

;D

Hoje volta United States of Tara. E tem Damages, também. UHU!

;D

Quinta-feira voltam Grey’s Anatomy, Private Practice e Supernatural. UHU (2)!

Valeu e até a próxima!