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Remember Me

Remember Me é o filme do Robert Pattinson.

Eu fui assistir esse filme por causa dele, admito. Queria saber se ele era um bom ou mal ator, se ele tinha aquela cara de dor de barriga em todos os filmes ou se era só na Saga Crepúsculo, e concluí que aquela cara tem vida própria e aparece quando quer.

Eu pensei que fosse uma coisa meio produção independente, com história fraquinha e tal. Mas daí me falaram que não era bem assim e que o filme era bom. E minhas expectativas subiram. Quando o Paul Torrent finalmente me disponibilizou uma versão decente do filme, eu fui lá e peguei. E pra minha surpresa, o filme é simplesmente MA-RA-VI-LHO-SO. Sério, há muito tempo não via um filme sem tanta propaganda tão bom. É um filme meio cult, com cara de produção independente, mas com uma história arrebatadora.

Além da história incrível e do ator famoso, o filme ainda tem Amily ‘Txutxuquinha’ De Ravin, a Claire de Lost e Kate Burton, a Ellis Grey, de Grey’s Anatomy (que mulher boa, diga-se de passagem).

Se você já viu o filme, continue. Se não, pare aqui, porque VAI estragar o final.

O negócio com esse filme é que você pensa que ele é um romance. Mas não, é um puta drama. Drama daqueles que você se mata no fim do filme, que deixa a gola da sua camisa molhada de lágrimas e seu rosto inchado de tanto chorar.

Pra começar tem aquela menininha (filha do capeta, só pode) que faz a filha da Jackie em Nurse Jackie. Aquela menina é a futura Dakota Fanning. Ela consegue provocar várias reações e emoções na gente com muita facilidade. E você se envolve com ela. O que foi aquela cena do cabelo cortado? Como eu senti pena daquela menina! Curti também a cena da escola, que o Tyler joga o extintor pelo vidro da porta. Eu faria a mesma coisa. E essa é uma das cenas que você vê que o cara é bom ator. Ele é melhor ator do que mostra em Crepúsculo.

Exatamente no meio do filme tem a minha cena preferida. A que eles ficam juntos pela primeira vez. Que cena bonita! Bem filmada, bem dirigida, bem feita, com iluminação perfeita. Cara, mandaram. Tá aqui, se você não lembra.





Última chance de não ter o final estragado!!

E que final, hein?!

Quando a secretária comentou do tempo que fazia desde que ele morreu e a idade que ele teria, eu fiz as contas e percebi. Mas o que doeu mesmo foi a data no quadro. Aquilo doeu forte. Acho que foi porque relacionava a irmã à tragédia. Cara, aquilo não foi justo. Não mesmo.

E depois, a câmera foi se afastando da janela e a gente viu onde ele estava: no World Trade Center, no dia 11 de setembro de 2001, por volta das 9 da manhã. Foi sutil e tocante. Foi belo. E triste.

Enfim, não foi o que eu esperava, foi melhor. MUITO melhor.

Valeu e até a próxima!

A Saga Crepúsculo: Eclipse

Vou falar, de novo, sobre cinema.

Saiu o novo cartaz promocional do Eclipse, terceiro filme e livro da franquia de Stephanie Meyer. Beeem legal.

Enjoy =)

Valeu e até a próxima!

Decepção com a crítica

É, pois é; fugindo do assunto de novo, mas dessa vez é por uma boa causa. Sempre que um filme estreia no cinema daqui, vou num site sobre cinema ler as críticas do filme. SEMPRE faço isso, mas acabo indo ver o filme, independente do que eu li. Quando Idas e Vindas do Amor estreou aqui, lá fui eu atrás da crítica. Nunca vi uma pessoa falar tão mal do filme. Disseram que o filme não valia nem o preço do ingresso. Meteram o pau em todos os atores, na história, na direção… Por ser do mesmo diretor, foram para o cinema assistir ao Uma Linda Mulher, filme completamente diferente. E eu acreditei, não ia MESMO assistir Idas e Vindas do Amor. Até que uns amigos decidiram ir e me chamaram.

Como o ingresso tava barato e eu tava com tempo, fui. Se o filme não fosse bom, valeria pela companhia. E aí me surpreendi. O filme é SIM bom. Lógico que não é um Simplesmente Amor ou O Casamento do Meu Melhor Amigo ou Um Lugar Chamado Notting Hill, mas é muito legal. É um filme leve, bem água com açucar, pra assistir sem compromisso. Se você assistir sem esperar nada dele, assisitir pelo prazer de assistir, vai se divertir muito.

Há, como todo filme, algumas coisas inúteis, como a participação do Taylor Lautner e da Taylor Swift, que serviram só pra levar menininhas fanzocas pro cinema. Mas há histórias emocionantes, como a do Eddison e surpreendentes, como a do Eric Dane. Se tiverem a oportunidade, assistam. É um programinha bem meio de semana… ;D

Valeu e até a próxima!

Nine

Fugindo um pouco do do assunto principal agora. Vou falar de filmes, que eram minha paixão antes de começar a assistir séries. Pois é. Vou falar do filme Nine, que é um musical dirigido por Rob Marshall, diretor de Chicado e com um elenco único, com Penélope Cruz, Fergie, Kate Hudson, Nicole Kidman, Daniel Day-Lewis, Judi Dench e Marion Cotillarrd.

O filme é bem legal, tem vários números musicais MUITO bem feitos, porque, afinal de contas, é Rob Marshall. Eu fiquei surpreso com a Kate Hudson, não achei que ela cantasse bem. Mas ela enterpretou bem seu número. As melhores cenas são da Fergie, cantando “Be Italian” e Judi Dench, cantando “Folies Begères”.

O filme é muito bonito e tem uma fotografia única, apesar de “Be Italian” lembrar muito o “Cell Block Tango”, de Chicago. Vale a pena assistir. Aqui embaixo está o trailer em HD.

Valeu e até a próxima.