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Alice

Atenção!! Essa não é a série da HBO que foi gravada no Brasil! Essa é a série do canal SyFy. Pronto, sem confusões agora.

Alice, uma série de dois episódios de 90 minutos cada, nos envolve.

A série, que é obviamente uma releitura da obra de Lewis Carroll, surpreende pelos efeitos especiais, que constrói cenários de tirar o fôlego. Apesar de ter personagens fraquinhos, tirando o Chapeleiro Maluco e a Rainha de Copas, que são interessantes por causa dos atores. Ambos são mais importantes e têm mais destaque que a própria protagonista.

O cenário/a paisagem: Diferente do conto original, o País das Maravilhas não é um lugar selvagem. É uma cidade longitudinal, escura e destruída. O castelo da Rainha de Copas é um enorme cassino, com arquitetura exótica, meio à Las Vegas. É interessante ver essa nova abordagem, porque com novas paisagens, novas coisas podem ser adicionadas à trama, coisas que seriam impossíveis num ambiente não-urbanizado. Outro ponto-forte da série é a grandiosidade dos prédios. Tudo é muito amplo e os ambientes internos, geralmente muito limpos e requintados.

O Reino dos Cavaleiros

O Hospital dos Sonhos


Personagens:

Alice é muito ‘inha’: bonitinha, legalzinha, pequenininha. Argh! Tá na hora de começar a fazer protagonistas fodásticos como fazem os vilões, né?! A pobre menininha indefesa não rola mais. E essa Alice só usa as habilidades de karatê dela quando não tem outro jeito. Por que não sai distribuindo porrada? Fresca. Ela é, diga-se de passagem, a Amelia de Private Practice, que não me agrada muito, também.

O Gato Risonho só aparece pra dar um sorriso.

O Chapeleiro Maluco é o melhor, sem dúvida. De maluco, na verdade ele não tem nada. É bem engraçado, na verdade. Me lembra MUITO o Johnny Depp, tanto no modo de interpretar, como fisicamente. É o personagem mais interessante da série.

Casa de Chá do Chapeleiro


O Cavaleiro Branco é o único sobrevivente da guerra que destronou o antigo rei, passando o poder para a Rainha Vermelha. Ele é um velhinho amargurado pelas decisões que tomou e assombrado pelos fantasmas do passado.

A Rainha Vermelha continua a mesma tirana. Má e inconsequente, faz de tudo para manter o poder no País das Maravilhas. Seus homens fazem tudo o que manda e ela usa seres humanos para manter a economia do país. Seu filho é um dos rebeldes, que luta para tirar a mãe do poder. Apesar de seus esforços, Alice acaba destronando-a.

Jack é o filho da Rainha de Copas. No início da série ele tem um relacionamento com Alice no mundo real e quando vai para o País das Maravilhas, ele ajuda a destronar a mãe, assumindo assim, o trono.

Linha do tempo/enredo: A história se passa 150 anos depois da visita da primeira Alice ao País das Maravilhas. Meio Tim Burton, não acham? Enfim, o País das Maravilhas foi, mais uma vez, tomado pela Rainha de Copas. Ela usa seres humanos, extraindo suas emoções, para manter a população do seu país controlada. Alice é levada acidentalmente para o País das Maravilhas e possui a Pedra do País das Maravilhas, chave do Espelho, que permite o trânsito de pessoas entre o mundo real e o País das Maravilhas. A Rainha de Copas quer esse anel, para aumentar o número de pessoas que são levadas para o País e assim, aumentar a produção de emoções humanas. Enquanto isso, um grupo de rebeldes tenta destronar a rainha; grupo esse comandado pela Lagarta. Durante sua jornada, Alice se depara com coisas inimagináveis, tornando a série uma produção muito divertida.

O Casino de Copas, residência da Rainha

Besouro

Dinossauro (?)

Bom, gente, é isso… A série é bem legalzinha. Recomendo.

Valeu e até a próxima!

Ah, séries novas…

Bom, eu terminei de assistir Lipstick Jungle, larguei Cold Case e Damages (Luto, #SaveDamages) e Lost estão acabando, então decidi procurar novas séries para assistir. Escolhi três: Modern Family, Southland e Nurse Jackie. Agora eu vou falar da minha impressão:

1. Southland

Vou ter que escolher outra. Acabei de saber que Southland foi cancelada. Pois é, justo agora que fui assistir. Não faz mal… a série é legal, mas não é um Without a Trace da vida. É paradinha, mas eu ia dar uma chance a ela. Ia mesmo, mas não vou continuar a assistir uma série que vai acabar.


2. Modern Family

Tá, Modern Family é legal e tal… dá pra rir. Mas cadê aquilo tudo? Todo mundo fala que é a melhor comédia no ar hoje. Talvez eu não ame ainda porque tô no sétimo episódio, mas sei lá. Se for assim, tenho que dar várias chances a todas que abandonei nos primeiros cinco episódios. Mas enfim… vou continuar assistindo porque AMO a Sofia Vegara (Glória), que fez uma série que passou no SBT chamada Corretoras e que eu adorava. Gosto também da Haley, que fez a filha da Wendy em Lipstick Jungle.


O núcleo mais engraçado da série é, sem dúvida alguma, o do casal gay. São eles que me fazem rir. A cena da menininha de peruca foi incrível. Quase me mijei de rir. É.

Os criadores/roteiristas lidam muito bem com o assunto principal da série: as novas configurações da família. Eles usam situações rotineiras para mostrar como uma família grande e diferente lida com os problemas. E essa é a graça: são coisas comuns. A mãe maluca e superprotetora e o pai desligado e idiota. Como não rir? Bom, assistam Modern Family, vale a pena. É uma série com episódios pequenos (20 minutos), mas que alegram seu dia.

3. Nurse Jackie

Foi paixão a primeiro episódio. Pronto. Me fisgou e agora vou até o fim. Eu sabia que ia gostar, por isso enrolei tanto pra ver. Nas séries médicas (Grey’s Anatomy, House) você é levado a desprezar enfermeiras. E você acaba desprezando. É natural… Daí você vai e assiste Nurse Jackie. É quase instantâneo seu ressentimento com os médicos que te fizeram odiar as pobres moças que trabalham como cães e não recebem o crédito. Como a própria Jackie disse: “Os médicos estão aqui para fazer o diagnóstico. NÓS curamos.” E não duvido muito disso não. Elas que limpam os vômitos, dão banho, limpam as cagadas.

Tá certo que a Jackie é praticamente uma médica. Ela viu que o cara tinha uma hemorragia no cérebro só de olhar para ele. Ela é uma mulher forte, esforçada e que ama a profissão. Mas é viciada em Vicodin (não tinha nada melhor? Acho que se colocassem maconha ia ser mais engraçado e não seria plágio) e trai o marido. Trai de tirar a aliança do dedo. =O É bom ver uma personagem principal com um comportamento antagônico. Você se sente menos filho da p**a.

E o Dr. Cooper (Peter Faccineli, o Carslile de Crepúsculo e o Gregory Malina de Damages)? Muito canastrão. Engraçado mesmo. Meio idiota, arrisco dizer. Haha

Assistam, tenho certeza que vão gostar! ;D

Espero que tenha ajudado… Agora algumas notícias e promessas.

* Damages foi cancelada pelo FX, mas pode ser salva pela DirecTV. Tomara.
* Prometo colocar em dia The Good Wife e Nurse Jackie até semana que vem.
* Esse fim de semana coloco Modern Family em dia.
* Quem sabe não começo “The Tudors” esse mês ainda?
* Vou assistir “The Pacific”, só não sei quando.
* Já estou com Alice (da HBO) em mãos, devo assistir no fim de semana. UHU!

Bom, é isso… Valeu e até a próxima!